De um lado: o Clube que ostenta o título de vergonha nacional, desmoralizado, empobrecido, abandonado por sua “torcida”, exercendo uma liderança burocrática, mas com aquele eterno “Rei na Barriga”. Do outro: o Furacão da Baixada, da torcida incondicional, de pífias campanhas recentes, mas que carrega o peso de ser o único representante paranaense na elite do futebol brasileiro.
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