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Não dá para acreditar

11/03/2017

Quando Douglas Coutinho surgiu parecia que teríamos um grande atacante. Algumas apresentações e uns poucos gols no Campeonato Paranaense bastaram para endeusar o “craque”.

A medida que o tempo foi passando deu para perceber o tremendo cabeça de bagre que tínhamos.

Sem nenhum talento para o esporte bretão, não sabe dominar a bola, erra passes bisonhamente, não consegue matar uma bola, chuta mal e quando corre se atrapalha com as pernas. Enfim, um desastre.

Até que um milagre ocorreu. Um grupo privado comprou os diretos sobre o jogador com a ideia de lançá-lo na Europa.

Eu, com os meus botões, pensei, compravam gato por lebre. Os negociadores atleticanos por venderam bem caro um jogador fraquíssimo, o que me deixaria até constrangido se fosse eu o negociador.

Como o grupo não conseguia colocá-lo na Europa fica mais uns seis meses no Atlético da série B e na condição de reserva.

Até que surge outro enganado: o Cruzeiro. Leva o cara, tenta alguns meses, vê que de bola não sabe nada, deixa no gancho e um ano depois devolve para o Atlético, que rapidamente faz um contrato de dois anos com o Braga. Nem acreditei no que lia.

Noventa dias depois os portugueses, que de bobos não tem nada, devolvem o “craque”.

E para minha surpresa retorna para o Atlético e é inscrito na Libertadores. Chocado, não acreditei.

E mais chocado ainda quando vejo ele jogando contra os chilenos. Como esperado, não fez nada, nada.

Meu Deus do Céu, Autuori, tu tá de sacanagem achar que este cabeça de bagre podia servir para jogar em uma Libertadores.

Fico pensando se isto não é armação para colocar o cara na vitrine e tentar outra negociação, porque se for isto, vai queimar de vez, porque basta analisar dois toques dele e se ver que o esporte dele deve ser outro.

Augusto Riezemberg Neto, 72 anos, é engenheiro aposentado. Este artigo reflete as opiniões do autor, e não da Furacao.com. O site não se responsabiliza e nem pode ser responsabilizado pelas informações acima ou por prejuízos de qualquer natureza em decorrência do uso dessas informações.

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